segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Escola Sustentável? Como assim?









Atualmente tudo anda sendo feito para que o meio ambiente seja preservado a os projetos de escola sustentável são os mais interessantes nessa área. As escolas para se tornar sustentável precisa seguir alguns critérios como: ter salas de aulas com iluminação natural, colocar painéis em toda a escola para a captação de energia solar, utilizar um sistema para fazer a reutilização da água da chuva e estar em uma área verde bem grande.
Outro fator fundamental para que uma escola se torne sustentável é a participação de alunos, funcionários e até mesmo da população, contribuindo sempre para que a escola continue aplicando técnicas inovadoras para a preservação do meio ambiente. Todos precisam estar envolvidos com o projeto para que ele vá em frente. Para que as crianças cresçam sabendo a importância de se ter uma vida com qualidade utilizando de recursos que não agridam a natureza é importante que as escolas se tornem sustentáveis e de o exemplo sempre.

COMO SURGIU A EDUCAÇÃO AMBIENTAL



Todos fazemos parte do meio ambiente. Há uma ligação em tudo. Todos somos responsáveis pela construção de um mundo socialmente justo e ecologicamente equilibrado.”

Definir Educação Ambiental é falar sobre Educação dando uma nova dimensão: a dimensão ambiental, contextualizada e vinculada aos temas ambientais locais e globais. Este novo enfoque busca, através de uma consciência crítica, o surgimento de um novo modelo de sociedade, onde a preservação dos recursos naturais possa ser compatível com o bem-estar sócio-econômico da população.
As décadas de 60, 70, e 80 foram marcadas por fortes impactos nas relações do homem com a natureza, e que soaram como alarmes, chamando a atenção do mundo para a exaustão dos recursos naturais e fontes de energia, com o comprometimento da vida em sociedade. Ao constatar este cenário, o homem, através de suas organizações (governamentais e não-governamentais), nas diversas áreas do conhecimento, inicia a concepção de um modelo de desenvolvimento sustentado pautado pelo equilíbrio entre os parâmetros ambientais e sócio-econômicos.

1968 – Clube de Roma. 30 especialistas de vários países reúnem-se para estudo e análise da situação dos Recursos Naturais do Planeta.
Delegação da Suécia na ONU chama a atenção da comunidade internacional para a degradação do ambiente humano.
No Brasil começa a se delinear os primeiros passos do movimento ambientalista e um novo modelo de sociedade e novas relações entre os homens são assumidas pelo movimento político-cultural deste período.
1972 – Relatório conclusivo dos estudos realizados pelo Clube de Roma – Crescimento Zero.
O relatório oficial do Clube de Roma desperta nos países sub-desenvolvidos o receio de bloqueios no processo de industrialização e exploração dos recursos naturais.
1972 – Conferência Internacional sobre o Ambiente Humano – ONU/Estocolmo, Suécia – Avaliação dos problemas ambientais globais. Elaboração e divulgação da Carta de Princípios sobre o Ambiente Humano - 26 artigos entre os quais está incluída a Educação Ambiental.
A Comunidade Internacional pressiona o Brasil e condiciona a liberação de recursos externos à implantação de uma política de proteção ambiental.
1973 – No Brasil - Criação da Secretaria Especial de Meio Ambiente – SEMA, vinculada à Presidência da República.
1975 – Criação do Programa Internacional de Educação Ambiental (PIEA) no Encontro de Belgrado promovido pela UNESCO.
No Brasil – Revisão da Proposta de Ciências Naturais. Surgimento de movimentos ambientalistas em diferentes estados brasileiros.
1977 – I Conferência Internacional sobre Educação Ambiental, Tbilisi, Geórgia (ex URSS) – UNESCO – Marco conceitual em Educação Ambiental.
1979 – Encontro de Educação Ambiental para a América Latina – Costa Rica – UNESCO.
1981 – No Brasil – Instituída a Política Nacional de Meio Ambiente e consolidado o Sistema Nacional do Meio Ambiente. Fortalecimento dos órgãos estaduais de meio ambiente – CETESB, FEEMA, CPRH etc.
1986 a 1988 – Realização dos primeiros Cursos de Especialização em Educação Ambiental – UNB/SEMA. Ocorre a extinção da SEMA e a criação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, integrando a este a SUDEPE e o antigo IBDF.
1987 – II Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental – Moscou – UNESCO. Ênfase na formação de pessoal, pesquisa, informação e divulgação de experiências.
Na Europa e nos Estados Unidos - Reuniões preparatórias à Conferência Internacional das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento.
No Brasil – Parecer 226 – Conselho Federal de Educação- MEC. Indicação para interdisciplinaridade da Educação Ambiental.
1988 – No Brasil – Promulgação da Constituição Federal – Cap. I, Meio Ambiente. Trata da Educação Ambiental como obrigatória em todos os níveis de ensino, inclusive para a comunidade.
1989 – I Congresso Brasileiro de Educação Ambiental – Ibirubá – RS.
1990 – Lançamento do livro Our Common Future (Nosso Futuro Comum), coordenado pela Primeira Ministra da Noruega.
Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU – Relatório Brundtland.
1991 – No Brasil – Encontro Nacional de Políticas e Metodologias para a Educação Ambiental – MEC/SEMAM.
Novos cursos de Especialização em Educação Ambiental- UFMT/ IBAMA.
Portaria 678 – Ministério da Educação que trata do caráter interdisciplinar da Educação Ambiental.
1992 – Conferência Internacional da ONU para o Meio Ambiente e Desenvolvimento – ECO 92, Rio de Janeiro.
Convenções: Clima, Biodiversidade, Protocolo de Florestas, Direito Internacional e Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
Fórum Global – Conferência paralela das Organizações Não-Governamentais. Lançamento do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e de Responsabilidade Global. Resultado final: Agenda 21 – bases para consolidar o Desenvolvimento Sustentável.
Congresso Mundial para Educação e Comunicação sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, Toronto, Canadá.
I Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental: uma estratégia para o futuro, Guadalajara, México.
1993 – Congresso Su-lamericano de continuidade da Eco/92, Argentina.
No Brasil – Lei de Diretrizes de Bases da Educação Cap. VII, Educação Básica, Art. 36, Inciso I – Caráter obrigatório e interdisciplinar.
1995 – No Brasil – Novo Curso de Especialização em Educação Ambiental – UFPE/FUNDAJ.
1997 - II Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental: em busca das marcas de Tbilisi, Guadalajara, México.
Conferência sobre Educação Ambiental" em Nova Delhi.
Conferência Internacional sobre Meio Ambiente e Sociedade: Educação e Conscientização Pública para a Sustentabilidade, realizado em Thessaloniki, Grécia. Organizada pela UNESCO e pelo Governo da Grécia, reuniu aproximadamente 1.200 especialistas de 83 países.
No Brasil - IV Fórum de Educação Ambiental e o I Encontro da Rede Brasileira de Educação Ambiental., em Guarapari, ES.
1998 - No Brasil - A Coordenação de Educação Ambiental do MEC promove 8 Cursos de Capacitação de Multiplicadores, 5 teleconferências, 2 Seminários Nacionais e produz 10 vídeos para serem exibidos pela TV Escola. Ao final deste ano, a Coordenação de Educação Ambiental é inserida na Secretaria de Ensino Fundamental - SEF no MEC, após reforma administrativa.
1999 - No Brasil - Lei No 9795 Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. MEC propõe o Programa PCNs em Ação atendendo às solicitações dos Estados. Meio Ambiente, uns dos temas transversais.
2000 - III Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental: povos e caminhos para o desenvolvimento sustentável, Caracas, Venezuela.
2002 - Rio + 10 - Na cidade de Joanesburgo, África do Sul, foi realizada a Conferência reunindo representantes de 190 países. Os principais objetivos da conferência foram: avaliar a primeira década.
2003 - IV Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental: um mundo melhor é possível, Havana, Cuba.
2004 - V Fórum Brasileiro de Educação Ambiental, em Goiânia, GO.
2006 - V Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental, Joinville, Brasil.
2009 - VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental foi realizado na cidade do Rio de Janeiro, promovido pela Rede Brasileira de Educação Ambiental – REBEA.



Valeria Moretto

Dicas Simples Para Importantes Mudanças

Suco da Horta



Custo unitário: R$ 0,25
Valor calórico da porção: 284 Kcal
Rendimento: 5 porções
Tempo de preparo: 20 minutos


INGREDIENTES
QUANTIDADE
PREÇO
Couve-manteiga com talos
2 xícaras de (chá)
R$0,07
água
1 litro
-
Polpa de maracujá
1 xícara de (chá)
R$ 0,68
Açúcar
2 xícaras de (chá)
R$ 0,25
Suco de Limão
½ xícara de (chá)
R$ 0,25


Total: R$ 1,25


Modo de Preparo:
Lave bem as folhas de couve, pique-as, coloque no liquidificador e bata com água. Acrescente a polpa de maracujá e bata rapidamente. Coe e junte os demais ingredientes. Sirva bem gelado.
Fonte: “Cozinha Brasil” FIEMG

Bolo de Casa de Banana



Custo unitário: R$ 0,16
Valor calórico da porção: 224 Kcal
Rendimento: 20 porções
Tempo de preparo: 1 hora 10 minutos


INGREDIENTES
QUANTIDADE
PREÇO
Massa


Casca de banana
4 unidades
-
Ovo
2 unidades
R$ 0,32
Leite
2 xícara de (chá)
R$ 0,36
Açúcar
3 xícaras de (chá)
R$ 0,37
Margarina
2 colheres de (sopa)
R$ 0,15
Farinha de rosca
3 xícaras de (chá)
R$ 1,33
Fermento em pó
1 colher de (sopa)
R$ 0,20
Cobertura


Açúcar
2 xícaras de (chá)
R$ 0,25
Água
1 ½ xícara de (chá)
-
Banana
4 unidades
R$ 0,27
Limão
½ unidade
R$ 0,06


Total: R$ 3,12


Modo de Preparo:
Lave as bananas e descasque-as. Separe 4 cascas para fazer a massa. Bata as claras em neve e reserve, na geladeira. Bata no liquidificador as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana. Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de rosca. Mexa bem. Por último, misture delicadamente às claras em neve e o fermento. Despeje em uma assadeira untada com margarina e farinha. Leve ao forno médio pré aquecido por aproximadamente 40 minutos. Para a cobertura, queime o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo. Acrescente as bananas cortadas em rodelas e o suco de limão. Cozinhe. Cubra o bolo ainda quente.
Fonte: “Cozinha Brasil” FIEMG

Sabão Caseiro



                      1                                                                                      2


                             3
                                                                                                                                               4

Ingredientes

02 litros de água
02 litros de óleo usado
02 colheres de (sopa) de açúcar
01 copo de sabão em pó
½ copo de desinfetante
1 kg de Soda caustica
100 mL de Glicerina

Modo de Preparo

Adicione todos os ingredientes em um recipiente plástico (balde) e misture por 25 minutos em movimentos unidirecionais e sem pausa. Reserve uma forma forrada com plástico ou potes plásticos e despeje. Desinforme no dia seguinte e corte como quiser.

Fonte: Fotografias (Arquivo pessoal) 
http://blogmeuplaneta.blogspot.com.br/

sexta-feira, 16 de novembro de 2012


TV Escola - Canal da Educação


sALTO PARA O FUTURO - ESPAÇOS EDUCADORES SUSTENTÁVEIS 

PGM.1 - O QUE SÃO ESPAÇOS EDUCADORES SUSTENTÁVEIS







                      Sinopse
  • A série pretende mostrar que é possível transformar as escolas em espaços educadores sustentáveis e que este processo já está em curso. Por meio de ações relativamente simples, as escolas têm encontrado maneiras criativas e acessíveis de se aproximarem do ideal de sustentabilidade. A série visa dar visibilidade a essas iniciativas e fornecer aportes técnicos para consolidá-las e fortalecê-las, de forma que deixem de ser ações isoladas e se tornem uma prática sistemática e difundida por todo o país.


http://www.tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/194055espacoseducadoressustentaveis.pdf

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

" Nossas ideias ou conceitos organizam o mundo, tornando-o inteligível e familiar. São como lentes que nos fazem ver isso e não aquilo e nos guiam em meio á enorme complexidade e imprevisibilidade da vida. Acontece que, quando usamos óculos por muito tempo, a lente acaba fazendo parte de nossa visão a ponto de esquecermos que ela continua lá, entre nós e o que vemos, entre os olhos e a paisagem"  CARVALHO, I.C. de Moura, 2004.


Esse pequeno vídeo tem foco divertido para uma inovadora releitura sobre educação ambiental: 

Fonte: Planetagreen